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terça-feira, 30 de abril de 2019

PROJETO PIPAS UFF 25/04/2019


PALESTRAS: ROTA CRÍTICA COM A AS. LUCIMARE SOBRAL
PALESTRA: PEDAGOGIA SOCIAL: CONTEXTO HISTÓRICO E A PRÁXIS DO ED. SOCIAL
NITERÓI - RJ














quarta-feira, 19 de abril de 2017

10ª JORNADA DE PEDAGOGIA SOCIAL - UFF









Por que pedagogia social



Por que pedagogia social?

Por: Margareth Martins de Araújo

A Pedagogia Social é um componente da Pedagogia que se responsabiliza diretamente com a inclusão das crianças em situação de vulnerabilidade social no universo escolar. Quanto mais a população de um país é entregue a própria sorte, maior se faz a necessidade da pedagogia Social, que se traduz em um fazer pedagógico voltado para a realidade das crianças e adolescentes expostos a todo o tipo de dificuldades oriundas de uma educação direcionada para um público com valores e necessidades bem diferentes. Dificuldades estas que não abrangem apenas o âmbito educacional como também o social, o político e o afetivo, por exemplo.

Ao abraçarmos a Pedagogia Social como tema de trabalho, como foco do nosso interesse, como questão reflexiva, o fizemos por perceber o quanto precisamos aprender com os sujeitos do flagelo social brasileiro para com eles trabalhar. São milhões de crianças e jovens que não se vêm contemplados no cotidiano das escolas, que se sentem aligiados de um processo do qual seus próprios pais e avós, quem sabe, também o foram e, por mais que possa parecer uma “questão hereditária”, trata-se de um processo histórico de exclusão que, ao longo dos anos, transforma em marginais seres humanos capazes, competentes e brilhantes. 


Muito pouco ou quase nada do que aprendi me auxilia para com eles lidar. É preciso me formar, me alfabetizar em uma nova forma de ser e estar professora para construir um novo sentido para o magistério por mim exercido. Penso existir em algum lugar professores que comunguem com minhas ideias e é para eles e com eles que abrimos um espaço de trabalho como este. As questões investigativas são construídas, principalmente, na dor, no calor do exercício de um fazer que se impõe a cada dia, a cada hora. Não diferente, suas respostas são oriundas do amor, do compromisso forjados a ferro e fogo no cadinho da existência humana. Apenas um professor capaz de enxergar-se em seus alunos, será capaz de ao resgatá-los do processo de indigência educacional em que se encontram resgatar- se também.

Ouso afirmar a existência de um tripé que se constitui em um desafio permanente para o Educador Social: o primeiro pilar é o da construção de sua própria identidade. Uma identidade que só faz sentido atrelado ao outro; ou seja, ao aluno. O segundo o da aceitação, é preciso aceitar seu aluno como ele é, com suas histórias e memórias, com seus textos e contextos de emergências. É possível afirmar que o processo de aceitação do outro passa, principalmente, pela própria aceitação, caso contrário, não passará de mero discurso representado por palavras soltas ao vento. Falamos, portanto, de testemunho vivo de um fazer capaz de por em diálogo o binômio teórico-prático, invocando permanentemente a questão da coerência, o que nos é bastante desafiador. E finalmente, porém não menos importante, o terceiro pilar é o da responsabilidade. Para além de se identificar com os educandos e neles se reconhecer e, aceitá-los em sua legitimidade, o Educador Social precisa responsabilizar-se por eles. Responsabilizar-se a tal ponto por seu fazer pedagógico que será impensável não incluir o sucesso dos educandos no rol do seu próprio sucesso. Falamos, portanto, de uma relação de pertencimento capaz de compreender educador e educando como partes integrantes de uma mesma realidade, não fazendo mais sentido a existência de um sem o outro.

disponível em http://www.projetopipasuff.com.br/revista/editorial.php - acessado em 19/04/2017

quarta-feira, 12 de abril de 2017

X JORNADA DE PEDAGOGIA SOCIAL




X JORNADA DE PEDAGOGIA SOCIAL 

DIA 27 DE MAIO DE 2017

LOCAL: 

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

DE 08h ÀS 12h


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ARTIGOS 1ª E 2ª EDIÇÕES DA REVISTA PEDAGOGIA SOCIAL UFF






ARTIGO DA 1ª EDIÇÃO

CLIQUE NA IMAGEM PARA LER O 1° ARTIGO


 http://www.projetopipasuff.com.br/revista/artigos/TEXTO%20JACI.doc.pdf



PEDAGOGIA SOCIAL: CONTRIBUIÇÃO À SUA AFIRMAÇÃO
AUTO R: JACY MARQUES PASSOS






_________________________________________________________________________




ARTIGO DA 2ª EDIÇÃO


CLIQUE NA IMAGEM PARA LER O 2° ARTIGO



 http://www.projetopipasuff.com.br/revista/artigos/edicao2/ARTIGO%20PARA%20RPS%20JACY%20E%20PROF%20NARA%20(2)%20i.pdf


PEDAGOGIA SOCIAL: BREVE REVISÃO DE LITERATURA

AUTORES: JACY MARQUES PASSOS E PROF DRA. NARA SOARES COUTO


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

REVISTA DE PEDAGOGIA SOCIAL UFF - RPS - BOA LEITURA!


 http://www.projetopipasuff.com.br/revista/sobre.php
Esta revista é uma iniciativa do Grupo PIPA–UFF: Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Pedagogia Social /UFF. 

Nosso trabalho resulta da ação compartilhada e solidária entre professores da UFF e da USP, em integração com docentes da UFMG, UFV, UNB, UFMGS, e outras Universidades Nacionais e internacionais. A Revista de Pedagogia Social (RPS) nasce do projeto PIPAS-UFF: Grupo de ensino, Pesquisa e Extensão em Pedagogia Social. Trabalhamos na formação inicial e permanente de educadores sociais, ao buscarmos compreender os conteúdos necessários à prática educativa na atualidade. 

Iniciamos nosso trabalho em escolas das redes municipais e estaduais do Rio de Janeiro, em especial as de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, Niterói, Itaboraí e São Gonçalo; observando seus textos e contextos, limites e possibilidades, teorias e práticas, trabalhamos ainda com seus atores, questões, desafios e formação; em seguida ampliamos o trabalho para as comunidades e instituições de amparo à criança e ao jovem em situação de vulnerabilidade. Compreendemos por vulnerabilidade situações, momentâneas ou não, de sofrência humana, de exclusão e de privação de direitos. Trabalhamos com crianças, jovens, suas famílias, comunidades e instituições onde estejam inseridas, que estejam abaixo da linha da pobreza. 

Educação e pobreza passam a ser um matiz necessário ao nosso trabalho. Trata-se de uma parcela da população Brasileira crescente de forma veloz, que bate a porta das Universidades em busca de reconhecimento, orientação e formação de profissionais para com ela lidarem. Compreendemos ser URGENTE, a responsabilidade das universidades Brasileiras, para com essa parcela da sociedade Brasileira. 

Hoje, no Brasil e no mundo, torna-se imprescindível a formação de educadores com opção pela Pedagogia Social. Ela compreende a educação para além da escola e, por esse motivo, ocupa-se da formação de múltiplos profissionais cujas ações são voltadas para a ação social. Trabalhamos para a inclusão dos excluídos, para o exercício de prática mais fraternas, solidárias e humanas; no trato com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Queremos, a RPS, seja um espaço de produção e de troca, de conhecimento e saberes, contribui para a formação de educadores sociais, oferecendo materiais para reflexões pedagógicas, políticas e sociais, que inspirem um fazer educacional pautado na emancipação humana. Hoje é possível afirmar ser a Pedagogia Social é a mãe das demais pedagogias a nos exortar à superação. Desejamos uma navegação proveitosa para todos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

sábado, 21 de maio de 2016

REVISTA DE PEDAGOGIA SOCIAL RPS DA UFF ACESSE:




ACESSE:
A Primeira Revista Eletronica de PEDAGOGIA SOCIAL do Brasil, da América Latina e do Mundo

RPS N° 1 ARTIGOS PDF Jacy Marques Passos PDF Margareth Martins de Araújo PDF Elionaldo Fernandes Julião; Vivian de Oliveira; Renan Saldanha Godoi PDF Edvaldo Roberto de Oliveira PDF Leonardo Alonso PDF Márcia Fernandes PDF Natalia da Silva Figueiredo PDF Rita Freitas PDF RELATOS DE EXPERIÊNCIA Ander...
PROJETOPIPASUFF.COM.BR

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

AGRADECIMENTO À PEDAGOGIA SOCIAL- PIPAS UFF



Agradeço a Professora Margareth Araujo Martins, por fazer parte desse que é o maior e melhor Curso de Pedagogia Social.

Jacy Marques Passos

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

FORMATURA - PEDAGOGIA SOCIAL - CURSO EXTENSÃO - GRUPO PIPAS - UFF DIA 11/12/2014

PROFESSORA MARGARETH, UMA INSPIRAÇÃO PARA A PROFISSÃO

100 HORAS DE MUITO APRENDIZADO

MINHA ESPOSA - COMPANHEIRA EM TODOS OS MOMENTOS

SONHO REALIZADO!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ANALISE DO TEXTO DE DRUMMOND






AUTOR: JACY MARQUES PASSOS 


Curso de Extensão em Pedagogia Social para o Século XXI.



Atividade Prática:

Discutir a Poesia de Drummond “A Escola dos meus sonhos” e analisar

 

 




Jacy Marques Passos

Niterói, 20 de Novembro de 2014.

INTRODUÇÃO

                       

                        O Curso de Extensão de Pedagogia Social (PIPAS) que acontece na UFF proporciona preciosos aprendizados. E a tarefa desse mês nos remete a uma reflexão séria sobre o olhar sobre as nossas práticas e do quanto, os educandos necessitam dessa transformação. Com certeza, a escola não tem como mudar sozinha, não se pode deixar a cargo apenas da diretora essa responsabilidade, onde, o desenvolvimento do Plano político pedagógico, deva ser realizado a varias mãos, com a participação de pais, docentes e alunos, devolvendo a comunidade, um lugar onde o aluno sinta o prazer de estar, de conviver e, sobretudo, seja prazeroso estudar.

            “a semente da divindade está em todos, basta que se traga a tona” e “não existe pedagogia se não houver amor”                           Johann Heinrich Pestalozzi


Pedagogia Social, matéria exposta com o respeito que o tema merece pela professora Margareth Martins Araújo, deixou clara essa posição, onde, o papel do Educador e do educando devem ser de mútuo respeito, e que, através dessa Poesia “A Escola dos meus sonhos”, poder contemplar realidades que quando experienciadas, darão cores vivas à Educação, pois não ensinamos máquinas, trata-se de pessoas em desenvolvimento que vão requerer do docente, segundo o Mestre Paulo Freire, um saber de experiência pura, para que não mais tenhamos tantas evasões escolares, tanto descrédito na formação de alunos, para que se possa dentro de um Projeto ético, político pedagógico, transformar e quebrar paradigmas, no qual vivenciamos e do qual, sabemos que pode melhorar e muito.     
Muitas reflexões sobre as nossas práticas, pois, a indignação, deve nortear as nossas ações, em virtude, daqueles que não querem uma pedagogia da autonomia, da superação, do amor, da inclusão, da afetividade, porque “tramam contra aquele espaço em realizamos nossas atividades, tramam contra o educando, tramam contra o Educador, enfim, tramam contra as nossas ideias”.
Faço questão de pontuar o recorte sobre o mundo atual feito, pela professora Margareth, pois, trazem questionamentos que potencializam e norteiam as nossas práticas, por um viés reflexivo, sobre as nossas atuações, na interface do nosso papel, enquanto Educador Social, profissional de um espaço de convivência e suas diversidades, que propõe indignar-se sempre. As pontuações verdadeiras desse recorte dão visibilidade ao que está intrínseco e, acrescentam com essa discencia, um perceber diferente, com a dimensão exata do que encontraremos em nossos espaços de trabalho, e com isso, entender o educando, no que diz respeito à vulnerabilidade relacional e da falência Universal acelerada:
Ø  Escolas que não conseguem ensinar;
Ø  Universidades nada universais;
Ø  Corporações que não conseguem cooperar sem competir;
Ø  Sistema de saúde insalubre;
Ø   Sistema de bem estar social onde ninguém passa bem;
Ø  Sistemas agrícolas que destroem o solo e envenenam alimentos.

Ao ler esta poesia, é que entendemos o quanto necessitamos de mudanças, pois, são urgentes e necessárias na Educação, pelo fato de perceber que, o que permeia os interesses desse importante seguimento e estagio de nossas vidas, a escola, é a despreocupação na aplicação de métodos que visem melhorar a condição do indivíduo que passa anos de sua vida em um espaço, que, após tantos avanços ocorridos na humanidade, não consegue contemplar algo diferente.  

A ESCOLA DOS MEUS SONHOS

Eu queria uma escola que cultivasse
 a curiosidade de aprender
 que é em vocês natural.

 Eu queria uma escola que educasse
 seu corpo e seus movimentos:
 que possibilitasse seu crescimento
 físico e sadio. Normal

 Eu queria uma escola que lhes
 ensinasse tudo sobre a natureza,
 o ar, a matéria, as plantas, os animais,
 seu próprio corpo. Deus.

 Mas que ensinasse primeiro pela
 observação, pela descoberta,
 pela experimentação.

 E que dessas coisas lhes ensinasse
 não só o conhecer, como também
 a aceitar, a amar e preservar.

 Eu queria uma escola que lhes
 ensinasse tudo sobre a nossa história
 e a nossa terra de uma maneira
 viva e atraente.

 Eu queria uma escola que lhes
 ensinasse a usarem bem a nossa língua,
  a pensarem e a se expressarem
 com clareza.

 Eu queria uma escola que lhes
 ensinassem a pensar, a raciocinar,
 a procurar soluções.

 Eu queria uma escola que desde cedo
 usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... pedrinhas... só porcariinhas!... fazendo vocês aprenderem brincando...

Oh! meu Deus!

Deus que livre vocês de uma escola
 em que tenham que copiar pontos.

 Deus que livre vocês de decorar
 sem entender, nomes, datas, fatos...

 Deus que livre vocês de aceitarem
 conhecimentos "prontos",
 mediocremente embalados
 nos livros didáticos descartáveis.

 Deus que livre vocês de ficarem
 passivos, ouvindo e repetindo,
 repetindo, repetindo...

 Eu também queria uma escola
 que ensinasse a conviver, a
 coooperar,
 a respeitar, a esperar, a saber viver
 em comunidade, em união.

 Que vocês aprendessem
 a transformar e criar.

 Que lhes desse múltiplos meios de
 vocês expressarem cada
 sentimento,
 cada drama, cada emoção.

 Ah! E antes que eu me esqueça:

 Deus que livre vocês
 de um professor incompetente.

Carlos Drummond de Andrade


A escola do sonho de todos é essa. Um ambiente onde o aluno é quem deve ser o protagonista e com isso, ser mais respeitado.
Sonhar uma escola onde não haja tantas cobranças, tantos nomes e datas a gravar, enfim, tantas responsabilidades que não redundam em autonomia, é engessar e limitar a capacidade do ser humano. Trabalhar no sentido de buscar, alternativas sólidas de um viver com liberdade de expressão entendendo que trabalhinhos de aula, trabalhinhos de casa, tornam-se abstrações na vida do educando.
            Drummond destaca a relevância de um aprender e o quanto, a discência, será fundamental e imprescindível, no momento que, se entender, que as fases da infância e o adolescer, necessitam de construções que venham e tragam, nesse contexto, prazer e alegria de estar na escola e fazer parte de uma turma em sala de aula.
Atualmente, crianças e adolescentes não aceitam mais blá blá blá, estão requerendo do Educador uma abordagem acerca das demandas do cotidiano, lembrando que as matérias convencionais, não podem nem devem ser abstraídas, do currículo escolar, nem da vida do educando, mas podem sim, serem acrescidos ao ensinar o saber de experiência pura, onde essas demandas parte integrante  dessas realidades e o material explícito inerentes a esses alunos, devam sim, ser tratados com o respeito e a dignidade que merecem.
A escola dos sonhos, não tem paredes ou muros que demarque os espaços, não tem limite para se aprender e ensinar, ela é construída, a partir da certeza que mudanças urgentes são inquestionáveis, transformações precisam nortear essa construção, e isso, perpassa em deixar a criança ser criança e o adolescente ser adolescente, e o educador, esse, deve internalizar o seu papel e sua competência, cuja finalidade e a função, vai muito alem dos muros e portões de um prédio, e só assim, contemplar esse novo paradigma, e com toda razão ser e estar fazendo parte de uma história, não só na educação, mas nas vidas que nos são entregues todos os dias.
Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”                                            Paulo Freire                                                                 
CONCLUSÃO
  No escopo da Pedagogia social, reside um leque de possibilidades apresentada de forma bem dissertada pela Professora Margareth, na poesia de Carlos Drummond, que dialoga perfeitamente com esse pensar, percebemos que ainda há muito o que se fazer, e na escola espaço de formação em todos os graus, deveria haver mais respeito e dignidade com o educando e, ao entendermos a mensagem de Drummond, os que tramam contra a Educação de qualidade, irão dizer: Tudo é muito lindo no papel, na prática não dá certo.
Para esse grupo de pessimistas de plantão deixo uma importante frase da professora Gabriella Mafei: “Se há falhas nas nossas práticas é porque, provavelmente houve falhas e obstáculos na nossa formação”.
Buscar alternativas para um construir consciente é agir na prevenção, e levar o educando, a refletir e valorizar as conquistas, atuar com respeito à sua história, desenvolver-se enquanto pessoa e profissional na dura realidade de crianças e adolescentes, pois, a desigualdade social trás consequências que implicam sobremaneira o público infanto-juvenil, que é o nosso público alvo.
Valorizar o indivíduo, não apenas, transferir conhecimentos, buscar alternativas e, ter a compreensão da amplitude da responsabilidade na construção de um caminhar com qualidade, é o papel do Educador Social que, perpassa também, por ser um Educador crítico, não mecânico nas atitudes, e essa criticidade, aguçará a curiosidade, produzindo assim, novos aprendizados e conhecimentos.
Concluo acenando positivamente para essa realidade e afirmar que podemos sonhar sim com essa escola, contudo, melhorar nossas praticas valorizando o educando, a escola e sobretudo, a Educação será primordial nas nossas ações e, um grande passo para essa tão sonhada escola, a escola dos nossos sonhos, alicerçados por uma certeza. A certeza que é possível!        
Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante! Paulo Freire

REFERENCIAS:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1970.

PESTALOZZI, Johann Heinrich - Minhas indagações sobre a marcha da natureza no desenvolvimento da espécie humana (A Teoria dos três estados do desenvolvimento moral), 1797.