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terça-feira, 25 de julho de 2017

COMUNA DE PARIS

  Comuna de Paris

Primeira experiência de ditadura do proletariado na história, governo revolucionário da classe operária criada pela revolução proletária em Paris. Durou 72 dias: de 18 de Março a 28 de Maio de 1871.
A Comuna de Paris foi resultado da luta da classe operária francesa e internacional contra a dominação política da burguesia. A causa direta do surgimento da Comuna de Paris consistiu no agravamento das contradições de classe entre o proletariado e a burguesia decorrente da dura derrota sofrida pela França na guerra contra a Prússia (1870-1871). O empenho do governo reacionário de Thiers da fazer recair o fardo dos gastos da guerra perdida sobre os amplos setores da população originou um podereoso movimento das forças democráticas.
No princípio exerceu o poder um governo revolucionário provisório chamado Comitê Central da Guarda Nacional, ou seja, um órgão eleito pelos batalhões da milícia popular que haviam se formado para defender a cidade contra os exércitos prussianos. Porém em 28 de março o poder passou às mãos da Assembléia de Deputados do Povo: a Comuna,
O papel governante cabia aos operários, muitos dos quais eram membros da Primeira Internacional. Foram proclamadas, também, Comunas em Lion, Marselha, Tolouse e algumas outras cidades que, entretanto, existiram por pouco tempo.
A Comuna de Paris destruiu a máquina estatal burguesa (liquidou o exército permanente e a polícia, separou a Igreja do Estado, etc) e criou um Estado de novo tipo, que foi a primeira forma de ditadura do proletariado da história. O novo aparato do poder se organizava de acordo com os princípios democráticos: a elegibilidade, responsabilidade e a demissibilidade de todos os funcionários e o caráter colegiado da direção.
Para dirigir os assuntos públicos foram criados comissões eletivas que substituiram aos antigos ministérios: comissão do trabalho, da indústria e comércio, de serviços públicos, de alimentos, da fazenda, da segurança pública, da justiça, da educação, de relações exteriores e militar. O trabalho das comissões era coordenado por uma Comissão Executiva, que posteriormente incluiu todos os presidentes de todas as comissões. Essa Comissão Executiva foi substituida, em 1 de maio, pelo Comitê de Salvação Pública, órgão executivo superior da Comuna de Paris. Cada membro da Comuna se integrou em uma comissão conservando ao mesmo tempo os vinculos com seu distrito eleitoral e reunindo-se ali com os eleitores.
Foi desmantelado o velho aparato estatal, se expulsou os burocratas e os altos funcionários; se reduziu os vencimentos e o salário dos trabalhadores do aparato da Comuna e de seus membros foram fixados proporcionalmente ao salário médio de um operário. Os juizes reacionários foram substituidos por juizes eleitos. Foram demolidos os monumentos do militarismo e da reação. Os nomes das ruas foram substituidos para eliminar os nomes de figuras odiosas. Foi eliminada a ajuda financeira do Estado à Igreja.
Como governo da classe operária, a Comuna de Paris, exercia seu poder em benefício do povo. Mostrou grande cuidado pelo melhoramento da situação material das grandes massas: fixou a remuneração mínima do trabalho, foram tomadas medidas de proteção do trabalho e de luta contra o desemprego, de melhoramento das condições de moradia e do abastecimento da população. A Comuna preparou a reforma escolar, fundamentada no princípio da educação geral, gratuita, obrigatória, laica e universal. Tiveram extraordinária importância os decretos da Comunsa sobre a organização de cooperativas de produção nas empresas abandonadas por seus donos, a implantação do controle operário, a elegibilidade dos dirigentes de algumas empresas estatais. Na sua política exterior, a Comuna se guiou pelo empenho de estabelecer a paz e a amizade entre os povos.
As principais causas da derrota da Comuna de Paris foram:
1) a inexistência das condições econômicas-sociais necessárias a insuficiente maturidade da classe operária, que não possuia seu próprio partido político aparelhado com a doutrina da luta de classes do proletariado;
2) a heterogeneidade da composição política da Comuna;
3) a ausência de aliança combativa entre a classe operária e o campesinato;
4) o isolamento de Paris das outras zonas do país em consequência do bloqueio da cidade pelos versailheses e as tropas prussianas de ocupação.
O breve período de existência da Comuna, seus erros táticos e sua derrota não reduzem a sua importância na história do movimento de libertação do proletariado. A experiência da Comuna e seus ensinamentos instrutivos desempenharam importante papel no desenvolvimento da teoria marxista-leninista, na história do movimento operário internacional, na preparação e realização da Grande Revolução Socialista de Outubro, com uma série de postulados importantes: confirmou a necessidade da destruição revolucionária do poder dos exploradores e da instauração da ditatuda do proletariado. a impossibilidade - nas condições de então - de tomar o poder sem insurreição armada. Demonstrou qu a classe operária não pode limitar-se a tomar em suas mãos e por em marcha a velha máquina estatal, mas que deve acabar com ela e substitui-la por uma nova.
Os ensinamentos da Comuna de Paris demonstraram a necessidade de defender com as armas as conquistas da revolução, a necessiadade da tática ofensiva na guerra revolucionária, a inadimissibilidade de se mostrar debilidade e ingenuidade frente aos inimigos.

Dicionário Político. Disponível em https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/c/index.htm - acessado em 25/07/2017

ORIGEM DO TERMO ACADEMICO

ORIGEM DO TERMO: ACADÊMICO


O termo acadêmico decorre do filósofo grego Platão à sua escola: Academia. Esta foi fundada na parte noroeste da cidade de Atenas, mais precisamente em um terreno que homenageava a deusa Atena da Mitologia Grega. De acordo com a tradição da cidade, acreditava-se que o jardim pertenceu a Academo (uma personagem mitológica). Por esta razão é que se designa o termo aos estabelecimentos que se destinam à atividade do ensino (principalmente do ensino superior de base científica) como também para designar a prática de esportes ou ginásticas. Além disso, refere-se às instituições que se dedicam à vida artística, literária e científica. Nesse contexto, pode-se afirmar que o trabalho acadêmico decorre da tradição de uma cultura, portanto de uma determinada maneira de evidenciar formas de organização do pensamento, da linguagem e dos resultados de uma investigação rigorosa, seja ela filosófica, científica ou artística. Nessa perspectiva, o objetivo do trabalho acadêmico para o pedagogo, está fortemente vinculado a conhecer as teorias que fundamentam a educação para refletir sobre as práticas pedagógicas, bem como, compreender as relações sociais, históricas e econômicas que impactam a educação, além de analisar as tendências pedagógicas para pensar sobre os métodos de ensino que valorizam a pesquisa e a postura investigativa.


DISPONÍVEL EM http://estacio.webaula.com.br/ acessado em 25 de julho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

PALESTRA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS





Mestra em Serviço Social: Mariana Frizieiro










                                        
 Prefeito José Luiz Nanci

 


Secretário Marlos Costa
                                 






Subsecretária Mariângela Valviesse



                                                                   

terça-feira, 6 de junho de 2017

SITE PIPAS UFF






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BASTA CLICAR NA IMAGEM OU NO LINK


Livro Fora da Sala de Aula - Projex UERJ-FFP





PREVISÃO DE LANÇAMENTO


O Livro Fora da Sala de Aula - Projex UERJ-FFP, será lançado e, trata de uma coletânea de artigos sobre a temática Pedagogia Social. Terá a participação de vários autores e autoras, para composição dessa literatura da Pedagogia Social. Dentre os artigos, o de minha autoria: PEDAGOGIA SOCIAL: INTERFACE DA EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL, fará parte dessa importante composição da literatura da Pedagogia Social.



A previsão é que o livro seja lançado na II Jornada de Educação não escolar e Pedagogia Social que ocorrerá nos dias 09 e 10 de novembro desse ano na Faculdade de Formação de Professores. 

Prof. Dr. Arthur Vianna 
Coordenador Projex Fora da Sala de Aula.

terça-feira, 30 de maio de 2017

STACEY BESS - A PEDAGOGA SOCIAL QUE FAZ A DIFERENÇA!


CLIQUE NA IMAGEM ACIMA E VÁ PARA O SITE DA PROFESSORA STACEY BESS
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Professor: no cinema e na vida real aquele que faz a diferença


 https://www.youtube.com/watch?v=OkTyMGWkDuk



CLIQUE NA IMAGEM E ASSISTA O FILME:
 https://www.youtube.com/watch?v=OkTyMGWkDuk
 COMPLETO




Eles nos ensinam a ler, escrever, entender, conhecer o mundo, pensar de maneira diferente. Pacientes, estão sempre prontos a parar o que estão fazendo para explicar de novo o que já foi apresentado e nas pequenas atitudes conseguem mudar realidades ao mesmo tempo em que aprendem com seus alunos. Tudo isso enfrentando as dificuldades cotidianas da profissão. Em homenagem ao dia deles, 15 de outubro, conheça agora filmes inspirados na história de professores reais que fizeram a diferença com o seu trabalho.

Além da Sala de Aula (Beyond the Blackboard)– Stacey Bess é uma professora de 24 anos recém formada que acaba de conseguir seu primeiro emprego: dar aulas a crianças em um abrigo para moradores de rua. Ela se depara, no entanto, com grandes desafios, como uma sala de aula sem nenhuma estrutura, falta de material escolar além da desmotivação de alunos e pais. Mas pouco a pouco a professora consegue conquistar as crianças e mudar a vida delas. Tirando recursos do seu próprio orçamento e enfrentando a burocracia, ela reforma o local de trabalho, cria um plano de ensino para suprir as diferenças no nível de aprendizado das crianças, pessoalmente as acorda para as aulas e ainda consegue a parceria dos pais, até então indiferentes à educação dos filhos. Baseado em uma história verídica o filme tem no papel principal a atriz Emily VanCamp.

Primeiro da Classe (Front of the class)– Ao todo foram 24 nãos. Vinte e quatro escolas que recusaram ter em seu quadro de professores, Brad Cohen. Mas ele não se deixou abater. Convivendo desde a infância com os preconceitos pela sua Síndrome de Tourette, Brad nunca desistiu de tentar o que sempre quis fazer: ensinar. Depois de conseguir uma chance, o professor com seu jeito característico de dar aulas, passa a ser o mais procurado entre os alunos, ganha o prêmio de Professor do Ano e mostra que os tiques, barulhos estranhos e espasmos não são empecilho quando se tem um sonho. O filme é protagonizado por James Wolk

Instituto abre inscrições para projeto educacional gratuito

Mantido pelo Grupo JCA, do qual faz parte a Viação 1001, Instituto JCA atende jovens de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí

Adolescentes moradores de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, com idades entre 13 e 15 anos e cursando o último ano do Ensino Fundamental na rede pública, já podem realizar a inscrição para participar do projeto Fortalecendo Trajetórias, desenvolvido pelo Instituto Jelson da Costa Antunes (IJCA), mantido pelo Grupo JCA, um dos maiores grupos de transporte do país, dono da Auto Viação 1001 e Viação Cometa.
O programa, que recebe inscrições até o dia 16 de junho, tem como objetivo fortalecer a trajetória escolar dos bons alunos de baixa renda, oriundos da rede pública de ensino, através de acompanhamento escolar, desde a entrada no Ensino Médio, nos colégios públicos e particulares de qualidade, até o Ensino Superior. As inscrições são gratuitas.
Desde que iniciou, em 2005, o projeto já garantiu várias histórias de sucesso para jovens da região. Entre eles está Ricardo Busquet, de 25 anos, que passou pelo instituto e se formou em Engenharia da Computação e Informação, em 2015, na UFRJ. Morador de Niterói, o jovem recebeu todo um trabalho de orientação e acompanhamento previstos no programa, inclusive com bolsa de estudo para aprender Inglês, e hoje é funcionário de uma empresa americana de TI que cria produtos voltados para startups. “O investimento no Ensino Médio que me preparou para os processos seletivos foi muito importante para eu ter a oportunidade de estudar na UFRJ” conta ele que ainda está trabalhando no Rio, mas aguarda o visto para seguir para a Califórnia.
Programa é dividido em duas fases
A primeira fase do programa é o reforço escolar. Nesta etapa, alunos participam de um curso preparatório de língua portuguesa e matemática com 140h de duração. O intuito é reforçar conteúdos básicos e criar condições mínimas para futuros exames em escolas de excelência. Os alunos que participam do reforço recebem apoio para se inscrever nos processos seletivos de escolas públicas de qualidade, tais como Colégio Pedro II e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). Entre os anos de 2013 e 2016, 174 adolescentes participaram do reforço escolar no IJCA. Só em 2017, 32 alunos ingressaram em escolas públicas de qualidade.
O curso preparatório do Fortalecendo Trajetórias faz parte do #TamoJunto 9º ano, movimento que tem como propósito articular ações em conjunto com foco em ampliar oportunidades educacionais de adolescentes em fase de transição para o ensino médio. A iniciativa, apartidária e em prol da educação, reúne o poder público, organizações sociais e privadas de São Gonçalo e Niterói.
A segunda fase do programa compreende o Acompanhamento no Ensino Médio. Nesta etapa, os adolescentes selecionados são contemplados com benefícios que incluem orientação e mentoria educacional, assistência estudantil, materiais didáticos e atividades extracurriculares. O foco desta fase é investir no desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional do aluno.
O primeiro passo para participar do processo seletivo é ler o edital, disponível no site do IJCA (www.ijca.org.br). Os adolescentes que estiverem dentro dos critérios devem imprimir a ficha de inscrição e entregar, juntamente com os demais documentos solicitados, na sede do instituto, na Rodovia Amaral Peixoto (RJ-104), 2.501, Baldeador, Niterói, até 16 de junho.  É obrigatório que o adolescente faça a sua inscrição acompanhado do responsável legal. 
Já receberam investimento educacional do programa mais de 200 alunos de 44 escolas públicas de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo. Deste total, mais de 90 jovens já são universitários em cursos de diversas áreas, como engenharias, física, biomedicina, ciências biológicas, serviço social e direito.

segunda-feira, 29 de maio de 2017