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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

CURSO DE EXTENSÃO EM PEDAGOGIA SOCIAL 2017 - PIPAS UFF



CURSO DE EXTENSÃO EM PEDAGOGIA SOCIAL 2017 - PIPAS UFF






INSCRIÇÕES: CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO:

 INSCRIÇÕES PIPAS UFF

XIX Congresso Mundial de Educadoras e Educadores Sociais


XIX Congresso Mundial de Educadoras e Educadores Sociais - Faça sua Inscrição



XIX Congresso Mundial de Educadoras e Educadores Sociais
EU SOU PORQUE NÓS SOMOS

DE 10 A 12 DE ABRIL

CLIQUE NA IMAGEM E VÁ DIRETO PARA O SITE
 ENCONTRO MUNDIAL DE EDUCADORES SOCIAIS


Associação dos Educadores e Educadoras Sociais do Estado de São Paulo - AEESSP organizará, na UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas, em abril de 2017, de 10 a 12, o XIX Congresso Mundial de Educador@s Sociais, como continuidade da série de congressos promovidos pela Associação Internacional de Educadores Sociais - AIEJI por meio de suas associações afiliadas.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

TRABALHOS CIENTÍFICOS - TCC / MONOGRAFIAS



PESSOAS DO DISCURSO CIENTÍFICO


REGRAS DA ABNT

As pessoas do discurso científico devem ser empregadas de forma adequada, com vistas a atribuir ao discurso um caráter impessoal.
Discorrer acerca das pessoas relativas ao discurso científico significa relembrar algumas noções gramaticais. Pessoas do discurso equivalem às pessoas gramaticais, utilizadas para que a comunicação possa ser materializada.
Dessa forma, didaticamente, temos a primeira pessoa – representada por aquela que fala; a segunda – fazendo referência àquela com quem se fala; e a terceira – aquela de quem se fala. Tais elucidações nos levam a questionar acerca da forma pela qual se deve traçar o perfil de nosso discurso enquanto pesquisadores, ou seja, se se trata de algo que servirá ao conhecimento coletivo, ele deverá primar pela objetividade ou pela subjetividade?
Foquemos, pois, na terceira pessoa (referente àquela de quem se fala). Trata-se das pessoas gramaticais “ele/ela”, as quais tanto podem se referir a uma pessoa propriamente dita, quanto a um objeto. Eis, então, que na pesquisa o “objeto” é normalmente o assunto a ser explorado, a temática que será investigada. Assim, vejamos o que nos explica Oliveira (2002, p. 62) acerca do conceito de pesquisa enquanto objeto de conhecimento:
A pesquisa, tanto para efeito científico como profissional, envolve a abertura de horizontes e a apresentação de diretrizes fundamentais, que podem contribuir para o desenvolvimento do conhecimento.
Dessa forma, temos que estar cientes de que mesmo havendo um toque de subjetividade por parte do emissor, haja vista que ele, por meio dos argumentos apresentados, deixará “emergir” algumas nuances pessoais, ainda assim não cabe o uso da primeira pessoa do singular. Deve-se, portanto, empregar o chamado plural de modéstia, relativo à primeira pessoa do plural (nós), acompanhado das formas verbais expressas por “acreditar, poder, constatar, verificar”, entre outras, visto que seu caráter semântico diz respeito à constatação, conclusão, certeza de algo, como bem nos afirmam José Luiz Fiorin e Francisco Platão Savioli (1992, p.310) sobre tal proposição:
A diluição do sujeito sob a forma de um elemento de significação ampla e impessoal, indicando que o enunciado é produto de um saber coletivo, que se denomina ciência.
Tendo em vista que as atenções estarão voltadas para o objeto, para o conteúdo, não para quem o escreve, torna-se recomendável, sobretudo, o uso da terceira pessoa do singular, de forma a conferir uma significativa impessoalidade ao discurso. Para tanto, torna-se imperioso o uso de uma linguagem estritamente denotativa, haja vista que os argumentos precisam passar confiabilidade por parte do emissor, concebendo-os como uma verdade na qual se deve acreditar. Ao citarmos o caráter denotativo, fazemos referência à importância da clareza, precisão e objetividade expressas pelas palavras, fazendo com que todos e quaisquer traços dúbios de interpretações sejam automaticamente extintos por parte do receptor.
Tal aspecto se deve ao fato de que, ao transformar suas descobertas científicas em discurso, o pesquisador deve ter em mente que elas não serão mais de sua propriedade, mas sim da comunidade científica de forma geral.

Publicado por: Vânia Maria do Nascimento Duarte
Disponível em: http://monografias.brasilescola.uol.com.br/regras-abnt/pessoas-discurso-cientifico.htm - acessado em 07 de Fevereiro de 2017

sábado, 21 de janeiro de 2017

CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL



 NATÁLIA FIGUEIREDO




Já está aberto o período de campanha das eleições do conjunto CFESS/CRESS 2017-2020.
Em tempos de tantos retrocessos, é importante assegurarmos que nosso Conselho esteja atento a forte!
Somos a chapa "NÃO TEMOS TEMPO DE TEMER".

Uma  proposta de construção coletiva, que se apresenta através de uma composição formada por Assistentes sociais que atuam em diferentes áreas, conhecem os desafios cotidianos da profissão e estão empenhados no fortalecimento da nossa categoria.
Convidamos todas e todos assistentes sociais do Rio de Janeiro para construir propostas e ações de fortalecimento da nossa entidade representativa.

Nos próximos dias lançaremos nosso blog.


Nosso programa apresenta nossas principais intenções, mas você também pode contribuir com sugestões, Fique atento, participe.
#vemprocress #ocupacress#cressenosso
#cresssomosnos

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A primeira lei educacional em 15 de outubro de 1827.


A primeira lei específica sobre matéria educacional 
foi decretada em 15 de outubro de 1827. 


Alguns Artigos:

Art. 1° - Em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos, haverão as escolas de primeiras letras que forem necessárias. 

Art. 5° - Para as escolas do ensino mútuo se aplicarão os edifícios, que couberem com a suficiência nos lugares delas, arranjando-se com os utensílios necessários à custa da Fazenda Pública e os Professores que não tiverem a necessária instrução deste ensino, irão instruir-se em curto prazo e à custa dos seus ordenados nas escolas das capitais.

Art. 6° - Os professores ensinarão a ler, escrever, as quatro operações de aritmética, prática de quebrados, decimais e proporções, as noções mais gerais de geometria prática, a gramática de língua nacional, e os princípios de moral cristã e da doutrina da religião católica e apostólica romana, proporcionados à compreensão dos meninos; preferindo para as leituras a Constituição do Império e a História do Brasil. 


Foi publicada esta carta de lei nesta Chancellaria-mór do Imperio do Brazil. - Rio de Janeiro, 31 de Outubro de 1827.- Francisco Xavier Raposo de Albuquerque.

Registrada na Chancellaria-mór do Imperio do Brazil a fl. 85 do Livro 1º cartas, leis, e alvarás.- Rio de Janeiro, 31 de Outubro de 1827.- Demetrio José da Cruz


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

REFORMA POMBALINA - Metade do século XVIII


REFORMA POMBALINA

Durante a segunda metade do século XVIII, a Coroa Portuguesa sofreu a influência dos princípios iluministas com a chegada de Sebastião José de Carvalho aos quadros ministeriais do governo de Dom José I. Mais conhecido como Marquês de Pombal, este “super-ministro” teve como grande preocupação modernizar a administração pública de seu país e ampliar ao máximo os lucros provenientes da exploração colonial, principalmente em relação à colônia brasileira.


Esse tipo de tendência favorável a reformas administrativas e ao fortalecimento do Estado monárquico compunha uma tendência política da época conhecida como “despotismo esclarecido”. A chegada do esclarecido Marquês de Pombal pode ser compreendida como uma conseqüência dos problemas econômicos vividos por Portugal na época. Nessa época, os portugueses sofriam com a dependência econômica em relação à Inglaterra, a perda de áreas coloniais e a queda da exploração aurífera no Brasil.



Buscando ampliar os lucros retirados da exploração colonial em terras brasileiras, Pombal resolveu instituir a cobrança anual de 1500 quilos de ouro. Além disso, ele resolveu tirar algumas atribuições do Conselho Ultramarino e acabou com as capitanias hereditárias que seriam, a partir de então, diretamente pelo governo português. Outra importante medida foi a criação de várias companhias de comércio incumbidas de dar maior fluxo às transações comerciais entre a colônia e a metrópole.

No plano interno, Marquês de Pombal instituiu uma reforma que desagradou muitos daqueles que viviam das regalias oferecidas pela Coroa Portuguesa. O chamado Erário Régio tinha como papel controlar os gastos do corpo de funcionários reais e, principalmente, reduzir os seus gastos. Outra importante medida foi incentivar o desenvolvimento de uma indústria nacional com pretensões de diminuir a dependência econômica do país.

Outra importante medida trazida com a administração de Pombal foi a expulsão dos jesuítas do Brasil. Essa medida foi tomada com o objetivo de dar fim às contendas envolvendo os colonos e os jesuítas. O conflito se desenvolveu em torno da questão da exploração da mão-de-obra indígena. A falta de escravos negros fazia com que muitos colonos quisessem apresar e escravizar as populações indígenas. Os jesuítas se opunham a tal prática, muitas vezes apoiando os índios contra os colonos.

Vendo os prejuízos trazidos com essa situação, Pombal expulsou os jesuítas e instituiu o fim da escravidão indígena. As terras que foram tomadas dos integrantes da Ordem de Jesus foram utilizadas como zonas de exploração econômica através da venda em leilão ou da doação das mesmas para outros colonos. Com relação aos índios, Pombal pretendia utilizá-los como força de trabalho na colonização de outras terras do território.

Mesmo pretendendo trazer diversas melhorias para a Coroa, Pombal não conseguiu manter-se no cargo após a morte de Dom José I, em 1777. Seus opositores o acusaram de autoritarismo e de trair os interesses do governo português. Com a saída de Pombal do governo, as transformações sugeridas pelo ministro esclarecido encerraram um período de mudanças que poderiam amenizar o atraso econômico dos portugueses.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Disponível em http://brasilescola.uol.com.br/historiab/reformas-pombalinas.htm - acessado em 17/01/2017

LIVRO: FUNDAMENTOS DA PEDAGOGIA SOCIAL




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BOA LEITURA!





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domingo, 15 de janeiro de 2017

O EDUCADOR SOCIAL




O EDUCADOR SOCIAL

O fato de a profissão ser recente e se encontrar em processo de construção faz com que o Educador enfrente várias adversidades, dentre eles: a desvalorização profissional pelo fato de a sociedade praticamente desconhecer o valor do seu trabalho, falta de demarcação da área de atuação, as tensões entre os educadores veteranos (desprovidos de teoria acadêmica e detentores de uma vasta experiência profissional) e os Educadores novos (com formação acadêmica, porém sem a experiência na área de atuação), a ausência de acompanhamento psicológico para o Educador que lida constantemente com os problemas mais desafiadores da existência humana: a descrença na vida e a baixo-estima (Romans, 2003).
          

sábado, 14 de janeiro de 2017

PEDAGOGIA SOCIAL, A PEDAGOGIA DA TRANSFORMAÇÃO.

O vestido Azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela frequentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado, e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. "Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?" Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu comprar-lhe um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul. Quando a mãe viu a filha naquele lindo traje, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquela roupa nova, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos e cortar suas unhas. Quando acabou a semana, o pai falou:- Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim. Logo, a casa destacava-se na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morarem em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade. Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas ideias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro. A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania. E tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, fez a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo com que outras pessoas motivassem-se por melhorias. Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar que vive? Ou por acaso somos daqueles que somente apontam os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito? Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É complicado mudar o mundo, mas é possível plantar uma rosa azul.


Autor Desconhecido

O Valor do Feminino - Humanidade [Em Mim]: Humanizar

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

DICAS BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA


SE NÃO OU SENÃO -  QUANDO USAR?

Use “se não” (união da conjunção se + advérbio não) quando puder trocar por “caso não”, “quando não” ou quando a conjunção “se” for integrante e estiver introduzindo uma oração objetiva direta: Perguntei a ela se não queria dormir em minha casa.

Use “senão” quando puder substituir por “do contrário”, “de outro modo”, “caso contrário”, “porém”, “a não ser”, “mas sim”, “mas também”.

Veja alguns exemplos:

a) Você tem de comer toda a comida do prato, senão é desperdício. (de outro modo)
b) Se o clima estiver bom você vai, senão não vai. (do contrário)
c) Não lhe resta outra coisa senão pedir perdão. (a não ser)
d) Se não fosse o trânsito, não teria me atrasado. (caso não)
e) Não fui eu se não der certo. (caso não)


disponível em http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/senao-ou-se-nao.htm - Acessado em 10/01/2017

“Ao invés de” ou “em vez de”?


Em vez de iniciar o texto explicando a primeira expressão, discorrerei primeiramente sobre a segunda. Esta expressão significa “no lugar de”. É usada para mostrar a substituição de uma ideia por outra, diferente.

Em vez de mandar um e-mail para o meu chefe, irei telefonar para ele.
Não trabalhe hoje, se está doente. Em vez disso, vá ao médico.
“Ao invés de” é usado quando há exposição de ideias contrárias, literalmente inversas (“invés” é originário da palavra latina inversum e significa “ao contrário”).

Ao invés de falar, podia calar-se um pouco.
Demoramos para chegar aqui, porque ao invés de virarmos à esquerda, viramos à direita. 
Repare que: “falar” é o contrário de “calar-se”; “esquerda” é o contrário de “direita”. Mas “mandar um e-mail” não é o contrário de “telefonar”, nem “não trabalhe hoje” é contrário de “vá ao médico”. São apenas ações diferentes.
Um conselho para não errar nunca: 
Use sempre “em vez de, pois essa expressão também pode ser usada para relacionar ideias contrárias! 
Enquanto ao invés de” só pode ser usado para essa circunstância.

Disponível em: http://escreverbem.com.br/ao-inves-de-ou-em-vez-de/  - acessado em 10/01/2017.


PEDAGOGIA SOCIAL





ELA JÁ FALAVA DE PEDAGOGIA SOCIAL ...



“Os filhos são como águias, ensinarás a voar, mas não voarão o teu voo. Ensinarás a sonhar, mas não sonharão os teus sonhos. Ensinarás a viver, mas não viverão a tua vida. Mas, em cada voo, em cada sonho e em cada vida permanecerá para sempre a marca dos ensinamentos recebidos.” 

                                                                                   Madre Teresa de Calcutá 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

CONCURSO PUBLICO UFF

Universidade Federal Fluminense

abre concurso para 113 vagas







Universidade Federal Fluminense (UFF) abriu concurso público para 113 vagas em cargos técnico-administrativos de todos os níveis de escolaridade. Os aprovados serão lotados nos municípios de Angra dos Reis, Niterói, Nova Friburgo, Petrópolis e Volta Redonda. Os salários variam de R$ 1.834,69 a R$ 3.868,21.


Inscrições


A inscrição será realizada exclusivamente via internet, por meio do endereço eletrônico do Concurso, das 12 horas do dia 23 de janeiro de 2017 às 12 horas do dia 20 de fevereiro de 2017 (horários de Brasília).

Provas em abril de 2017.




quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Rede municipal: Veja abaixo mandado de prisão do prefeito por descumprimento de determinação judicial de pagamento do 13º aos servidores de SG










JUSTIÇA DECRETA A PRISÃO DO PREFEITO DE SG

SEPE PEDE A PRISAO DO PREFEITO DE SÃO GONÇALO E DESEMBARGADOR ACATA

Prezados.

Sirvo-me do presente para informar que no plantão judiciário de ontem à noite, ao analisar a petição do SEPE informando o descumprimento reiterado para o pagamento do 13º dos servidores de rede municipal de ensino de São Gonçalo, o Desembargador de plantão Peterson Barroso Simão, determinou a PRISÃO DO PREFEITO MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO (SR. NEILTON MULIN) POR CRIME DE DESOBEDIÊNCIA DE ORDEM JUDICIAL.

Sem prejuízo, determinou ainda que "caberá a quem vier substituir o Prefeito o cumprimento do pagamento aos profissionais da educação tal como exaustivamente consta deste mandado de segurança, por determinação de dois Desembargadores em diferentes momentos".

Foram expedidos ofícios eletrônicos para a Central de Mandados, a quem caberá cumprir a ordem de prisão, e ao Ministério Público, bem como ofícios ao 7º Batalhão de Polícia Militar e à Delegacia de Polícia de São Gonçalo.

Fonte: http://sepe-sg.blogspot.com.br/?m=1

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

REFLEXÃO PARA 2017

Sou responsável

PELA GUERRA…

Quando orgulhosamente faço uso da minha inteligência para prejudicar o meu semelhante.
Quando menosprezo as opiniões alheias que diferem das minhas próprias.
Quando desrespeito os direitos alheios.
Quando cobiço aquilo que uma outra pessoa conseguiu honestamente.
Quando abuso da minha superioridade de posição, privando outros de sua oportunidade para progredir.
Se considero apenas a mim próprio e a meus parentes pessoas privilegiadas.
Quando me concedo direitos para monopolizar recursos naturais.
Se acredito que outras pessoas devem pensar e viver da mesma maneira que eu.
Quando penso que sucesso na vida depende exclusivamente do poder, da fama e da riqueza.
Quando penso que a mente das pessoas deve ser dominada pela força e não educada pela razão.
Se acredito que o Deus de minha concepção é aquele em que os outros devem acreditar.
Quando penso que o país em que nasce o indivíduo deve ser necessariamente o lugar onde ele tem de viver.
PELA PAZ…

Se direciono correta e construtivamente os poderes da minha mente.
Se concedo ao meu semelhante o direito pleno de se expressar, de acordo com seu próprio entendimento das verdades da vida.
Se reconheço que os meus direitos cessam quando se iniciam os direitos de outros, e aceito isso como um mínimo indispensável de disciplina.
Se faço uso dos poderes interiores para criar as minhas próprias oportunidades.
Se consigo promover a evolução dos que me cercam, sem considerar ameaçada a minha posição, e entendo que esta é a minha maior fonte de sucesso.
Se compreendo que as Leis Divinas diferem das criadas pelo Homem, e que nenhum direito divino especial é concedido a alguém unicamente por seu berço.
Se reconheço que os recursos naturais devem servir indistintamente a todas as formas de vida, e que não me cabem direitos exclusivos sobre eles.
Se compreendo que nada é mais livre do que o pensamento e que o pensamento construtivo transforma o Homem, direcionando-o à sua verdadeira meta.
Quando sinto que toda felicidade depende do simples fato de existir… de estar de bem com a vida.
Se percebo que todo ser humano pode vir a ser um grato amigo, quando convencido pela argumentação sincera.
Se considero que “a Alma de Deus adquire personalidade no Homem”, e que este só pode conceber Deus a partir de sua própria percepção da Divindade.
Se reconheço a mim e ao meu semelhante como partes integrantes do universo e que a cada um cabe a busca do lugar onde melhor possa servir.
“Se estou em paz, eu promovo a paz dos que me cercam. Por sua vez, eles promovem a paz daqueles que estão à sua volta e que também farão o mesmo. Então, a paz começa por mim! E sem ela não pode haver a necessária transformação social.”


– Ralph Maxwell Lewis, FRC         DISPONÍVEL EM   https://www.amorc.org.br/sou-responsavel/

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

EXISTÊNCIA: UMA POESIA COM OLHAR PARA ADOLESCENCIA

EXISTÊNCIA

No início eu era semente,
o tempo passa é crescente,
na infância, fui contente,
e para ela, dei um tchau somente.
Meu passado é recente,
eu não sou o futuro, eu sou o presente!
Pareço independente,
mas sou dependente
e agora, me sinto atraente...
ó dúvida insistente!!!
Menino ou adulto? Que dúvida impertinente!
Menina ou mocinha? Ô drama persistente!
Agora, vejo tudo de frente,
e no dia a dia sou prudente,
e da batalha um servente.
Em meio à sociedade excludente,
Sigo meu rumo vivente
feito criança carente
com um ideal transparente.
Combato a injustiça patente
De um sistema doente
Com a força de um sobrevivente,
Pois não atuo livremente.
Mas não importa... a vontade é latente.
Então vou pela estrada do sol quente,
numa trajetória ardente,
acreditando em um futuro decente,
pois eu quero ser diferente.
Neste mundo envolvente,
sirvo um Deus que é clemente,
De quem sou tão temente,
e sei que é docente,
aí não me sinto impotente,
pelo contrário, mais paciente,
até mesmo mais valente,
e falando sinceramente,
neste universo fluente,
onde tudo é corrente,
gente, eu não sou inconsequente,
tampouco “aborrecente”,
tenho valor felizmente.
Gente eu sou gente!
Gente... eu sou adolescente!
AUTOR: Jacy Marques Passos

Data: 16 julho 1999
3º Lugar em dois Concursos de Poesia em São Gonçalo - RJ