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segunda-feira, 29 de maio de 2017

terça-feira, 23 de maio de 2017

O PROFESSOR PESQUISADOR: POR UMA PEDAGOGIA SOCIAL


O PROFESSOR PESQUISADOR

O pensar certo sabe, por exemplo, que não é a partir dele que se dá uma prática educativa e que se confirma a prática docente crítica, mas se sabe que sem ele não se funda aquela. A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer. O saber que a prática docente espontânea ou quase espontânea, “desarmada”, indiscutivelmente produz é um saber ingênuo (...). Este não é o saber que a rigorosidade do pensar certo procura. (...) Por isso, é que, na formação permanente dos professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática (FREIRE, 1996).

CUJO CUJA CUJOS CUJAS - DICAS DE PORTUGUES

O pronome relativo cujo é usado para indicar posse. Relaciona dois substantivos, indicando que o que está referido no substantivo anterior tem a posse do que está indicado no substantivo posterior. 
O uso do pronome relativo cujo permite a não repetição dos termos da oração, relacionando-os e sintetizando-os. Pode atuar como adjunto adnominal ou complemento nominal, introduzindo orações subordinadas adjetivas.

Exemplos com cujo

  • Não gosto de pessoas cujo comportamento é egocêntrico.
  • Apenas escolherão os alunos cujo desempenho corresponder ao esperado.
  • Este é o professor cujo livro foi recentemente publicado.
É sinônimo de: do qual, dos quais, da qual, das quais, de que e  de quem.

Concordância em gênero e número

O pronome cujo concorda em gênero e número com o termo posterior, ou seja, com a coisa possuída:
  • cujo livro;
  • cujos livros;
  • cuja revista:
  • cujas revistas.
Exemplos de concordância em gênero e número:
  • Esta é a mãe cujo filho foi premiado.
  • Esta é a mãe cujos filhos foram premiados.
  • Esta é a mãe cuja filha foi premiada.
  • Esta é a mãe cujas filhas foram premiadas.

Cujo o é uma construção errada

As construções com o pronome relativo cujo seguido de um artigo definido estão erradas. O próprio pronome sofre a flexão em gênero e número:
  • cujo + o = cujo
  • cujo + os = cujos
  • cujo + a = cuja
  • cujo + as = cujas
Cujo:
  • cujo apartamento;
  • cujo nome;
  • cujo filho.
Cujos:
  • cujos apartamentos;
  • cujos nomes;
  • cujos filhos.
Cuja:
  • cuja casa;
  • cuja assinatura;
  • cuja filha.
Cujas:
  • cujas casas;
  • cujas assinaturas;
  • cujas filhas.

Preposição antes do pronome cujo

É possível a presença de preposições antes do pronome cujo:
  • de cujo;
  • em cujo;
  • a cujo;
  • com cujo,
  • contra cujo.
Exemplos de preposição antes do pronome cujo:
  • Estes são os políticos em cujas promessas eu acreditei.
  • Aquele é o meu primo com cujos amigos não simpatizo.
  • Esta é a cozinheira de cuja comida todos gostam.
Disponível em: https://duvidas.dicio.com.br/como-usar-o-pronome-relativo-cujo/ - acessado em 23 de maio de 2017.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

sábado, 6 de maio de 2017

MIM OU EU?

Para mim ou para eu

As duas hipóteses existem na língua portuguesa e estão corretas. Contudo, devem ser usadas em situações diferentes. A expressão para eu deverá ser usada quando assume a função de sujeito. A expressão para mim deverá ser usada quando assume a função de objeto indireto.

Sendo eu um pronome pessoal reto e mim um pronome pessoal oblíquo tônico, as regras de utilização de para eu e para mim seguem as regras de utilização dos pronomes pessoais retos e dos pronomes pessoais oblíquos tônicos.

Para eu

Pronomes pessoais retos:
Eu – 1ª pessoa do singular
Tu – 2ª pessoa do singular
Ele, ela – 3ª pessoa do singular
Nós – 1ª pessoa do plural
Vós – 2ª pessoa do plural
Eles, elas - 3ª pessoa do plural

Os pronomes pessoais retos devem ser usados quando, na frase, o substantivo que substituem tem função de sujeito. Assim, a expressão para eu deverá ser usada quando assume a função de sujeito, sendo seguida de uma ação, ou seja, de um verbo no infinitivo.

Exemplos:
  • Veja se tem algum erro para eu corrigir.
  • Para eu fazer isso, vou precisar da tua ajuda.
  • Façam silêncio para eu telefonar para este cliente.

Para mim

Pronomes pessoais oblíquos tônicos:
Mim, comigo – 1ª pessoa do singular
Ti, contigo – 2ª pessoa do singular
Ele, ela, si – 3ª pessoa do singular
Nós, conosco – 1ª pessoa do plural
Vós, convosco – 2ª pessoa do plural
Eles, elas, si - 3ª pessoa do plural

Os pronomes pessoais oblíquos tônicos são sempre precedidos de uma preposição e devem ser usados quando, na frase, o substantivo que substituem tem função de objeto indireto. Assim, a expressão para mim deverá ser usada quando assume a função de objeto indireto.

Exemplos:
  • Você comprou este caderno para mim?
  • Esse pijama é para mim e não para minha irmã.
  • Vocês podem fazer isso para mim?
Disponível em: https://duvidas.dicio.com.br/para-mim-ou-para-eu/ acessado em 06 de maio de 2017
RESUMO DO ARTIGO PEDAGOGIA SOCIAL: BREVE REVISÃO DE LITERATURA SOCIAL LEIA NA INTEGRA


PUBLICADO NA REVISTA PEDAGOGIA SOCIAL Nº 02 - UFF - RJ - BRASIL


CLIQUE NO TÍTULO DO ARTIGO E LEIA.....


JACY MARQUES PASSOS jacyedusocialrj@gmail.com 
NARA SOARES COUTO narasoarescouto@yahoo.com.br 

RESUMO: A pedagogia Social existe desde a antiguidade. No século VI, na Grécia antiga, trabalhava-se o conceito sem a utilização do termo. Todavia, os precursores que, de alguma forma, contribuíram para o fortalecimento da Pedagogia Social, por intermédio do desenvolvimento das atividades educacionais, não se preocupavam com a questão da pobreza, dos aflitos e nem como auxílio social. Isso produzia impactos maiores no tocante a seu emprego nas ações pedagógicas em detrimento a sua aplicação prática na vida social. Esse percurso histórico explica porque atualmente a disciplina científica Pedagogia Social ocupa lugar fundamental nas ciências da educação e marca presença em contextos formais, não formais e informais em um universo multidisciplinar. O alicerce histórico que embasa esse capital cultural carrega intrínseco à sua aplicação, a reflexão, espaços de debates e a problematização que lhe é peculiar. A relação educador x educando demanda questões transversais que permeiam décadas e recrudesce a urgência em quebrar paradigmas de metodologia mecanicistas e liberal de educação. Tais demandas apontam para a desconstrução dos modelos que provaram sua ineficácia no processo ensino e aprendizagem. Na escola é possível notar não somente o dualismo e a violência simbólica, mas também práticas do passado conteudista e de memorização devido às resistências presentes nesse contexto. A Pedagogia Social, na sua completude e amplitude, é holística, diferencia-se na relação educador e educando para que efetivamente,se construa uma educação afirmativa e com resultados mais expressivos inerentes às suas práxis, diferentes daquelas do passado. Em seu aspecto epistemológico, na perspectiva de avanços significativos em conformidade conceitual, a Pedagogia Social, com suas especificidades e relevância histórica, contrapõem práticas do passado e possibilita produzir essa reflexão com vistas à sua ressignificação. Tal necessidade se torna premente quando entendemos que a Pedagogia Social, a partir de seus pressupostos, pode evidenciar a concernência social e política desta disciplina. A luta, não é exclusivamente por ela, mas por uma Educação Social mais reflexiva, libertadora, problematizadora, com igualdade de oportunidades, deveres e direitos iguais para todos. Além disso, luta-se por uma educação plena, menos dualista e sem violência simbólica que, na consciência do devir, recrudesça a transformação do educando cidadão, para que tenhamos uma sociedade mais justa, igualitária e com direitos e justiça social, em todas as áreas em que paire o respeito às leis com respeito ao ser humano como preconiza as Nações Unidas para a sociedade do século XXI. 

Palavras-chave: 
Pedagogia Social, Educação Formal e Educação não Formal

PEDAGOGIA SOCIAL: CONTRIBUIÇÃO À SUA AFIRMAÇÃO (ARTIGO)

RESUMO DO ARTIGO PEDAGOGIA SOCIAL: CONTRIBUIÇÃO À SUA AFIRMAÇÃO
 O ARTIGO PODE SER LIDO NA  ÍNTEGRA 

PUBLICADO NA REVISTA PEDAGOGIA SOCIAL Nº 01 - UFF - RJ  - BRASIL


CLIQUE NO TÍTULO DO ARTIGO E LEIA....



Jacy Marques Passos

RESUMO: A Pedagogia Social existe desde a antiguidade. No século VI, na Grécia antiga, trabalhava-se o conceito sem a utilização do termo. O percurso histórico explica porque atualmente a disciplina científica Pedagogia Social, ocupa hoje um lugar fundamental no seio das ciências da educação. Essa amplitude possibilita sua afirmação em contextos formais, não formais e informais, respondendo inclusive por um universo multidisciplinar. O alicerce histórico, que embasa esse capital cultural, carrega intrínseco à sua afirmação, aplicação, a reflexão, espaços de debates e a problematização que lhe é peculiar. A relação educador x educando, demanda questões transversais que permeiam décadas e recrudesce a urgência em quebrar paradigmas de metodologia mecanicistas e liberal de educação. Tais demandas apontam para a desconstrução dos modelos que provaram sua ineficácia no processo ensino aprendizagem. No seio da escola, é possível notar não somente o dualismo e a violência simbólica mas também práticas do passado - conteudista e de memorização - devido as resistências presentes nesse contexto. Vale ressaltar, no entanto, que a Pedagogia Social, na sua completude e amplitude, é holística, diferencia-se na relação educador e educando, efetivamente, ao se construir uma educação afirmativa e com resultados mais expressivos inerentes às suas práxis, diferentes daquelas do passado. Em seu aspecto epistemológico, na perspectiva de avanços significativos em conformidade conceitual, a Pedagogia Social, com suas especificidades e relevância histórica, contrapõe práticas do passado, e possibilita produzir essa reflexão com vistas à sua ressignificação,. Tal necessidade se torna premente quando entendemos que a Pedagogia Social, a partir de seus pressupostos, pode evidenciar a concernência social e política desta disciplina. A luta, não é exclusivamente por ela, mas por uma Educação Social, mais reflexiva, libertadora, problematizadora, com igualdade de oportunidades, deveres e direitos iguais para todos. Além disso, luta-se por uma educação plena, menos dualista, e sem violência simbólica, e que, na consciência do devir, recrudesça a transformação do educando cidadão, para que tenhamos uma sociedade mais justa, igualitária e com direitos e justiça social, em todas as áreas, em que paire o  respeito às leis com respeito ao ser humano como preconiza as Nações Unidas para a sociedade do século XXI.

Palavra Chave: Pedagogia Social, Educação Formal e Educação não Formal

quinta-feira, 4 de maio de 2017

LIVROS DIGITAIS DE PAULO FREIRE

 http://projetopipasuff.com.br/livros/A_importancia_do_ato_de_ler%20Paulo%20Freire.pdf
           http://projetopipasuff.com.br/livros/MedoeOusadia%20Paulo%20Freire.pdf              http://projetopipasuff.com.br/livros/Extensao_ou_Comunicacao%20Paulo%20Freire.pdf

 http://projetopipasuff.com.br/livros/Pedagogia%20da%20Autonomia.pdf
               http://projetopipasuff.com.br/livros/Acao_Cultural_para_a_Liberdade%20Paulo%20Freire.pdf                            http://projetopipasuff.com.br/livros/PauloFreirePedagogiadaEsperanca.pdf

 http://projetopipasuff.com.br/livros/Paulo%20Freire%20-%20Pedagogia_da_Indigna%C3%A7%C3%A3o.pdf
                http://projetopipasuff.com.br/livros/Professorasimtianao%20Paulo%20Freire.pdf                             http://projetopipasuff.com.br/livros/PoliticaeEducacao_Paulo_Freire.pdf

                                                  http://projetopipasuff.com.br/livros/paulo_freire_pedagogia_do_oprimido.pdf





quarta-feira, 3 de maio de 2017

DICAS DE PORTUGUÊS - ESTE E ESSE


ESTE E ESSE?
Estas duas palavras existem na língua portuguesa e estão corretas. As palavras este e esse são pronomes demonstrativos, ou seja, situam alguém ou alguma coisa no tempo, no espaço e no discurso em relação às próprias pessoas do discurso: quem fala (este) ou com quem se fala (esse).
Esse e este são palavras parecidas, mas utilizadas em situações diferentes. O que distingue estes dois conceitos é uma questão referencial (tempo e espaço).



Este é usado quando o que está sendo demonstrado está perto da pessoa que fala ou no tempo presente em relação à pessoa que fala. Usa-se ainda para referir o que vai ser mencionado no discurso, sendo utilizado assim de modo catafórico, ou seja, fazendo referência a uma informação que ainda não foi mencionada no texto.

Esse é usado quando o que está sendo demonstrado está longe da pessoa que fala e perto da pessoa a quem se fala ou no tempo passado ou futuro em relação à pessoa que fala. Usa-se ainda para referir o que foi mencionado no discurso, sendo utilizado assim de modo anafórico, ou seja, fazendo referência a uma informação previamente mencionada no texto.

Exemplos - este:
  • Este livro aqui é meu.
  • Este é o ano do meu casamento.
  • Este comentário que eu faço é por sua causa.
Exemplos - esse:
  • Esse livro aí é seu.
  • Esse foi o ano em que fui mãe.
  • Esse comentário foi incorreto.
O pronome demonstrativo esse é mais utilizado do que o pronome este, cuja utilização ocorre com mais frequência na linguagem escrita e pouca frequência na linguagem oral. O pronome esse é também utilizado juntamente com advérbios de lugar, como “esse aqui” e “esse aí”.
Fique sabendo mais!
Também existe o pronome demonstrativo aquele que é usado quando o que está sendo demonstrado está longe da pessoa que fala e da pessoa a quem se fala. Também se usa para referir um passado distante.

Exemplos:
  • Aquele livro ali é dele.
  • Aquele foi o melhor ano da minha infância.
Disponível em: https://duvidas.dicio.com.br/este-ou-esse/acessado em 03/05/17

Embaixo X Em baixo


Embaixo X Em baixo

forma correta de escrita da palavra é embaixo, escrito junto, quando se referir a um advérbio de lugar.
O advérbio embaixo transmite uma ideia de posição de inferioridade, ou seja, de algo que está em lugar inferior a outro: abaixo, debaixo, inferiormente. Pode significar também uma posição de inferioridade no sentido de alguém não possuir recursos e prestígio, estando acabado, arruinado, fracassado, por baixo.

Exemplos com embaixo

  • O gato está embaixo da mesa.
  • Olhando do décimo andar de um prédio tudo parece pequeno lá embaixo.
  • As folhas que você está procurando estão embaixo daquela caixa.
  • Ele já foi um escritor prestigiado, mas hoje em dia está embaixo.
  • Sem o dinheiro e os recursos de antigamente, meu patrão está completamente embaixo.
A palavra embaixo é formada a partir de composição por justaposição, ou seja, dois vocábulos que se unem numa só palavra: em + baixo = embaixo. 
A palavra embaixo é usualmente utilizada na locução adverbial embaixo de, sinônima de: debaixo de, sob e abaixo de, se referindo também a uma posição inferior.

Embaixo X Em cima

O contrário de embaixo é em cima. É de salientar que embaixo deve ser escrito de forma junta, numa só palavra, e que em cima deve ser escrito de forma separada, formando duas palavras.

Exemplos com embaixo e em cima

  • O papel está embaixo da caixa.
  • O papel está em cima da caixa.

Embaixo X Em baixo

A expressão em baixo, escrita de forma separada, existe, mas é usada apenas quando a palavra baixo assume a função de um adjetivo, caracterizando algo.

Exemplos com em baixo

  • Esta coluna está decorada em baixo relevo.
  • Continuarei falando em baixo tom de voz.
No português falado em Portugal, a locução em baixo, escrita de forma separada, está correta enquanto um advérbio:
  • Tenho tanto frio que estou embaixo dos cobertores. (Brasil)
  • Tenho tanto frio que estou em baixo dos cobertores. (Portugal) 

Disponível em: https://duvidas.dicio.com.br/em-baixo-ou-embaixo/ acessado em 03/05/17

DICAS DE PORTUGUES: Em cima ou Encima?

Em cima ou Encima:

Para referir uma posição mais elevada, indicando que alguma coisa está em um lugar mais alto que outra, a forma correta é em cima, escrito de forma separada:
  • Os talheres estão em cima da mesa.
  • O gato está em cima do sofá.
É frequente a escrita da palavra emcima, escrita de forma junta e com m. Contudo, esta palavra está errada. Esse erro ocorre porque os falantes erradamente estabelecem um paralelismo com o advérbio embaixo.  
A palavra encima, escrita de forma junta e com n, existe e está correta, mas apresenta um significado diferente da locução em cima. Encima é uma forma conjugada do verbo encimar, sinônimo de coroar:
  • Uma estrela encima a árvore de Natal
  • Um diadema dourado encima a cabeça da princesa.

Em cima: locução adverbial de lugar

A locução adverbial de lugar em cima é antônima de embaixo, indicando a parte mais elevada de alguma coisa. Em linguagem popular, é muito usada para indicar que está tudo controlado e nas expressões: dar em cima de (cortejar) e estar em cima do muro (estar indeciso).
Exemplos com em cima:
  • A casa tem dois andares e os quartos ficam lá em cima.
  • Fala, Paulo! Tudo em cima?
  • Deixa o material em cima da mesa, por favor.
  • Aquele garoto está dando em cima de você!
  • Ela não vai dar sua opinião porque está em cima do muro.

Encima: verbo encimar

Encima é a forma conjugada do verbo encimar na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo ou na 2.ª pessoa do singular do imperativo. É um verbo pouco utilizado pelos falantes. Refere-se ao ato de estar em cima ou de colocar no alto, sendo sinônimo de coroar, alçar, elevar e rematar.
Verbo encimar – Presente do indicativo:
(Eu) encimo
(Tu) encimas
(Ele) encima
(Nós) encimamos
(Vós) encimais
(Eles) encimam

Verbo encimar – Imperativo:
(Eu) ---
(Tu) encima
(Ele) encime
(Nós) encimemos
(Vós) encimai
(Eles) encimem

Exemplos com verbo encimar:
  • A cruz encima a igreja que encima a serra. (presente do indicativo)

  1. Encima essa pirâmide humana, rápido! (imperativo)


disponível em: https://duvidas.dicio.com.br/encima-ou-em-cima/ acessado dia 03/05/17

COMO UTILIZAR: A - HÁ - Á - À



a: é usado antes de substantivos (coisas, pessoas, lugares ou emoções) para definir algo.
Ex.: “A bicicleta é bonita.”; “A Catarina não foi simpática.”; “Eu vi a cobra.”
á: é usado para acentuar a sílaba tónica de uma palavra (nunca é usado isoladamente).
Ex.: água; árvore; mágica; vácuo; página.
à: implica uma direção, sentido ou ação (é sempre usado isoladamente exceto aquando da fusão com artigos ou pronomes como em: às, àquelas, àqueles).
Ex.: “A Maria foi à igreja.”; “Ele passou à sua porta.”; “Eu dei doces à minha mãe.”
: implica que existe ou que se tem algo.
Ex.: “ muito tempo que não via a Joana.” (“Tem muito tempo que não via a Joana.”); “ coisas que não se explicam.” (“Tem/existem coisas que não se explicam”). “O correio -de chegar em breve.” (“O correio tem de chegar em breve.”)
Não confundir com: ha, hà (não existem) e ah (é usado como interjeição no sentido de admiração. Ex.: “Ah! Aquela é que é a sua casa? Pensei que fosse a do lado.”)
EXEMPLOS:


                              “A blusa é nova?”           À/Á/Há blusa é nova?”
       "Isso aconteceu  quanto tempo?”     “Isso aconteceu á/à/hà/ah quanto tempo?”
               “Eu fui à casa de banho.”                “Eu fui a/á/há casa de banho.”
        "lágrima; espátula; águia; ágil"            "làgrima; espàtula; àguia; àgil"
                       “Ah! Que sorte!”                           “Há/ha/hà, que sorte!”
Disponível em: https://palavradodia.com/2013/08/05/a-a-a-ou-ha/ acessado em 03/05/17

PORQUE - POR QUE - POR QUÊ - PORQUÊ



Estas quatro formas existem na língua portuguesa e estão corretas. Contudo, devem ser utilizadas em situações diferentes.

Porque

Porque (junto e sem acento) é utilizado em respostas e significa: pois, uma vez que, visto que, dado que, por causa de, pelo motivo de,... É uma conjunção subordinativa causal ou explicativa que une duas orações. 

Exemplos com porque

  • Eu não fui trabalhar porque perdi o ônibus.
  • Eu vou ao supermercado porque fiquei sem manteiga.
  • Comprei este produto porque era o mais barato.

Substituição de porque

  • Fiquei feliz porque tirei uma boa nota.
  • Fiquei feliz dado que tirei uma boa nota.

Por que

Por que (separado e sem acento) se utiliza no meio das frases. Pode ser a junção da preposição por com o pronome relativo que ou com o pronome interrogativo que, assumindo assim dois empregos diferentes. Sendo pronome interrogativo significa: por qual motivo, por qual razão. Sendo pronome relativo significa: por qual ou pelo qual.

Exemplos com por que (pronome interrogativo)

  • Eu gostaria de saber por que razão eu não fui escolhida para o trabalho. 
  • Por que não veio falar comigo?

Substituição de por que (pronome interrogativo)

  • Por que você fez isso?
  • Por qual razão você fez isso?

Exemplos com por que (pronome relativo)

  • As razões por que tive aquela atitude não lhe dizem respeito. 
  • Eu já morei na rua por que estamos passando. 

Substituição de por que (pronome relativo)

  • O motivo por que fui embora permanecerá comigo.
  • O motivo pelo qual fui embora permanecerá comigo.

Por quê

Por quê (separado e com acento) é utilizado apenas final da oração, seguido de um sinal de pontuação. É a junção da preposição por com o pronome interrogativo tônico quê. Significa por qual motivo, por qual razão. O pronome quê também é tônico e acentuado nas expressões de quê e para quê.

Exemplos com por quê

  • Você já saiu da escola? Por quê?
  • Ela está sempre mentindo e eu não sei por quê.
  • Aquele funcionário faltou ao trabalho e nem disse por quê.

Substituição de por quê

  • Eu apenas gostaria de saber por quê.
  • Eu apenas gostaria de saber por qual razão.

Porquê 

Porquê (junto e com acento) é um substantivo masculino, sinônimo de motivo, razão, causa. Quase sempre vem acompanhado do artigo definido o: o porquê. Pode também vir acompanhado de um artigo indefinido, numeral, pronome demonstrativo ou possessivo.

Exemplos com porquê

  • Gostaria de saber o porquê de sua mudança de opinião.
  • Dê-me um porquê para eu não me ir embora agora.
  • Existem dois porquês que justificam seu comportamento.

Substituição de porquê

  • Ninguém me disse o porquê dessa decisão.
  • Ninguém me disse o motivo dessa decisão.


Disponível em: https://duvidas.dicio.com.br/por-que-por-que-porque-porque/ acessado em 03/05/17